sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Como preparar treinamentos e palestras

Como preparar treinamentos...!
 
Primeiro passo é conhecer a empresa, tipo de público e seus riscos  ambientais que cercam a empresa e seus trabalhadores.
Outra coisa muito importante é alinhar com o Técnico de Segurança da empresa, pessoal de RH, ou pessoal da CIPA, o que será tratado, como será a abordagem e assim evitar eventuais conflitos.
Conhecer os riscos fabris, tipos de máquinas, tarefas e sistemas produtivos, com estas informações fazer uma análise preliminar de riscos e utilizar estas informações (que muitas vezes o público interno não consegue ver por ter se habituado) com fotos, imagens e frases de efeito.
 
Aqui neste estaleiro na cidade do Guarujá SP, é um excelente exemplo, pois os riscos ambientais são diversos, afinal a construção de um rebocador de aço para flutuar é uma atividade que envolvem diversas áreas.
 
Para este caso, podemos seccionar as palestras conforme os setores, por exemplo, tratar separadamente dos setores, pois é muito chato falar dos riscos de solda para o pessoal administrativo, mas calha muito bem utilizar assuntos ergonômicos administrativos para equipes de soldadores.
 
Outro bom exemplo de alinhamento técnico foi a Palestra na YAKULT, nesta oportunidade tratamos de falar sobre proteção das mãos e dos olhos, pois os temas forram sugeridos pelos Técnicos da empresa, os quais nos deram diversas informações que utilizamos na palestra e isso ajudou muito a ilustrar ao trabalhador sua importância na auto proteção. Aqui levamos o material principal da palestra, as luvas e óculos de proteção, porém, utilizamos imagens da internet que estavam relacionadas aos tipos de riscos ambientais desta empresa.
 
Na foto ao lado iremos verificar as palestras para capacitação de vendedores de Epi´s. Aqui o treinamento além de ter o cunho comercial, procuramos destacar informações técnicas de cada produto, capacitando o vendedor a compreender mais e melhor o mundo de vendas com o mundo de proteção do trabalhador. Como sabemos que nem todas as escolas técnicas possuem um bom laboratório de EPI´s, capacitar as revendas é uma forma de estender ao estudante uma oportunidade regional de compreender melhor o tema em sua própria região.
 
Não importa o público, a cidade, o estado. O que importa na verdade é se colocar no lugar das pessoas e procurar saber quais são seus conhecimentos e suas necessidades, assim, nossas escolhas e os caminhos que escolhermos será melhor compreendido por aqueles que estarão ali para nos ouvir.
 
Outra dica importante , é ser descontraído utilizar palavras de fácil compreensão, deixar o tecnocrata de lado e fazer diferente e de forma positiva na vida das pessoas, como você gostaria que fizessem por você.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Durabilidade do óculos de Segurança

Olá amigo, seja bem vindo a mais este texto.

O tema de hoje é : Durabilidade dos óculos de segurança.

Antes de iniciarmos a introdução ao tema de durabilidade, é necessário que façamos a tipificação dos seguimentos/classes de óculos, veja as considerações abaixo:

Classe ampla visão: São modelos de óculos que protegem os olhos contra as partículas multidirecionais e contra respingos líquidos. Exemplo: Angra / Aruba / Tahiti / Rã.

Classe proteção frontal: São os modelos de óculos que protegem os olhos dos riscos de partículas frontais, ou seja, aquelas que são geradas frontalmente ao rio de visão. Exemplo, manuseio de furadeira de bancada.

 
A durabilidade do óculos de proteção depende de alguns fatores, entre eles os cuidados pessoais e as condições e riscos ambientais.
 
Dos cuidados pessoais o treinamento sobre o uso adequado, higienização e guarda são fatores que quando aplicados desde a admissão (integração) e periodicamente contribui muito para o aumento da vida útil do produto.
 
Das condições ambientais, o excesso de projeção de partículas, respingos na lente e guarda sobre superfícies ásperas/abrasivas contribuem para a diminuição da vida útil.
 
Como equilibrar estes fatores e obter do óculos de proteção maior vida útil? A resposta embora não seja tão simples, precisa de um agrupamento de ações por parte do SESMT, as quais podemos destacar:
 
Higienizar, somente com água limpa e sabão neutro. Para secar utilize um papel macio, ou uma flanela. Nunca utilize produtos químicos, mesmo que seja álcool. Estes produtos reagem sobre a película antirrisco/antiembaçante. Ao passar o sabão na lente, evite aplicar muita pressão, tenha o mesmo cuidado ao secar a lente.
 
Guarda: após uso, faça a higienização do seu óculos, e coloque-o dentro da embalagem original. Não apoie-o com as lentes sobre superfícies ásperas. Evite quedas.
 
Periodicidade dos treinamentos: Faça o treinamento inicial na integração, depois repita de forma resumida a cada 06 meses  através do uso da ferramenta Diálogo de Segurança. Não esqueça das evidências, na integração ela (ficha de treinamento) será individual, no Diálogo de Segurança (a lista de presença com descritivo do tema) o arquivo deve ser  feito em uma pasta especial que fique no RH para uso posterior (para ser utilizada em defesa de processos trabalhistas, ou para evidenciar que o treinamento foi evidenciado).
 
E a durabilidade? qual é o  tempo de vida útil? Apartir dos cuidados apresentados, recomendamos que seja feito periodicamente a cada 90 dias, uma inspeção na fábrica para verificação visual das condições da lente e eventuais  substituições dde óculos danificados.
 
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Como economizar dinheiro com EPI

Olá Amigo, seja bem vindo novamente ao nosso Blog.

Vem como, vem com segurança.

Sabe como economizar dinheiro com EPI? quer algumas dicas?

Vamos lá então..!

Para pedalar, fazer caminhada, remo, jogar tênis e trabalhar, você pode comprar um óculos de grife e gastar entre R$ 150,00 a 800,00, ou utilizar um modelo Capri por R$ 20,00 e ter a garantia de filtrar os raios ultra violeta 99,99%.

Para jogar pentbol, saltar de paraquedas, paraglaider, andar de moto e atividades de tiro ao alvo, os óculos de grife possuem custo entre R$ 500,00 a R$ 1.500,00, utilize os modelos Aruba/Tahiti por custo entre R$ 25,00 a 35,00. Todos os dois modelos são homologados pelo ministérios do trabalho para proteger seus olhos contra raios ultra violeta e são resistentes a impactos de até um tiro de calibre 22.

É a segurança do trabalho ao lado de quem pratica atividades esportivas, ou Robby com custos maravilhosos e prazer inigualável.

A expressão "VEM COMIGO" é em homenagem ao grande repórter Goulart de Andrade..!

Durabilidade de Luva Work vs Black Grip

Olá amigo, seja bem vindo a mais um tema.
 
Vem comigo, vem com segurança.
 
Hoje vou fazer um comparativo entre durabilidade de duas luvas para uma mesma atividade, as luvas são WORK C.A 9.070 vs BLACK GRIP C.A 20.954.
 
 
Vamos lá:
 
Atividade: Construção Civil
 
Função Armador, recomendo a luva Black-Grip, que além de mais maleável, possui reforço na "pega" entre os dedos polegares e indicadores. Dura mais por não ressercar nas pontas dos dedos
 
Função: Ajudante Geral, recomendo a luva Work, tem menos tato, porém protege mais as mãos para atividades gerais. Embora tenha uma durabilidade igual a outra, esta protege mais o dorso da mão.
 
Função: Carpinteiro, recomendo a luva Black Grip, proporciona mais "pega", e destreza com as ferramentas, além de ser mais útil no manuseio de madeiras, pregos, telhas e outras situações.
 
Função: Pedreiro, nenhuma destas luvas, ambas possuem características que além de não proteger contra eventuais respingos de água/cimento, não oferece destreza para as tarefas da atividade.
 
Até a próxima postagem.
 
A expressão: Vem Comigo é em homenagem ao jornalista Goulart de Andrade, que tanto admiro..!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Durabilidade de Luvas

Olá Amigo, seja bem vindo à nossa página.
 
Vamos falar de segurança: Vem comigo, vem com segurança.
 
Hoje vamos falar sobre durabilidade de algumas luvas, boa leitira.
 
  • Luva de Látex (amarelinha), escritório dura uma média de 4 a 5 dias. A vida útil diminui sensivelmente de manusear cloro, ou água de lavadeira que se compra em locais não oficializados, pois não existe um controle efetivo nesta mistura de água e cloro. Na indústria a durabilidade média é de 2 a 3 dias, pois este ambiente fabril possui graxas e óleos, que são contaminantes látex e diminuem sensivelmente a vida útil desta luva
  • Luva de Neoprene: (amarela/azul), em escritórios e residências, a durabilidade média é 10 a 20 dias. Por ser mais grossa e ter um banho (azul) de neoprene, aumenta muito sua resistência, inclusive a produtos de limpeza como cloro, água de lavadeira, removedores, alvejantes, sabão em pó, pasta de brilho e outros. Já na indústria, a durabilidade é entre 4 a 8 dias úteis e consecutivos, pois a parte azul (neoprene) é bem resistente a graxas, óleos e outros produtos agressivos. Idela para quem faz limpeza de peças, equipamentos e ferramentas. Excelente opção para pedreiros e azulejistas, durabilidade de 02 a 04 dias conforme nível de instrução sobre os cuidados no uso.
  • Luva Nitrilica: (verde) neste caso a luva mais fininha e com uso em trabalhos de manutenção mecânica, tem durabilidade entre 02 a 05 dias. Quanto mais atrito e contato com derivados de petróleo menor é a vida útil. Em trabalhos de limpeza e pequenos reparos de máquinas a durabilidade média é de 03 a 06 dias. Nestas atividades, o maior problema são pontas, rebarbas e quinas de parafusos, que podem comprometer e rasgar a luva.
  • Luvas de procedimento:  (látex) não tem acordo, é descartável, principalmente nos cuidados voltados à saúde, terminou o atendimento, ou o procedimento, descarte-a em local adequado.
  • Luvas nitrilicas descartáveis: (azul) a durabilidade vai de de acordo com o tipo de aplicação, ou seja, para uma cabelereira a vida útil é de um dia inteiro, desde que higienizada com muita água e sabão neutro. Para a manicure, dependerá muito dos cuidados com as pontas de cortadores de cúticula e unha, mas a cada atendimento  a luva deve ser descartada para evitar contaminações cruzadas. em laboratórios químicos, um dia, desde que bem higienizada. Laboratórios de análises clínicas, finalizou um procedimento, descartar a luva e utilizar uma nova.
É isso aí amigos, até a próxima postagem.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Dicas para seleção de luva 02

Olá amigos da segurança, seja bem vindo novamente ao nosso blog.
 
Hoje falarei um pouco sobre a luva de proteção de Neoprene.
 
A luva de neoprene é uma luva de látex natural com banho em meio cano de látex neoprene.
 
Vamos falar de segurança: Vem comigo, vem com segurança.
 
Este neoprene tem duas funções básicas, veja:
 
1° - Aumentar a proteção da luva de látex dando à ela proteção contra outros produtos químicos que só o látex não tem, abaixo especificarei tais produtos.
 
2° - Aumento da espessura da luva de látex, excelente para que precisa de um custo baixo, mais o benefício de durabilidade.
 
Para quem trabalha com limpeza comercial e industrial, é uma excelente luva. Além de versátil e muito mais resistente a furos e rasgos que a simples luva de látex, o tato é muito bom e oferece maior sensação de proteção ao usuário.
 
Sugiro que você ao fazer a seleção deste modelo de luva, veja o C.A. 15.685, não falarei de marca, apenas do C.A para dar uma luz ao amigos. Por obrigações de minha profissão, já fiz comparativos com outros C.A´s e esta se mostrou com uma durabilidade muito boa e resistente a produtos químicos que outras marcas não tem.
 
Faça você o teste de durabilidade, é simples: Pegue o mesmo funcionário e lhe dê a luva de látex natural (amarelinha), faça todos os procedimentos na ficha de fornecimento. Ao fim da vida útil, dê ao mesmo funcionário a luva C.A. 15.685 dentro das mesma atividades. Ao fim, veja na linha de durabilidade qual tipo durou mais, você vai se surpreender com o resultado, o baixo custo e a satisfação do seu colaborador.
 
Aí segue alguns produtos que esta luva tem boa resistência: Acetato de Amônia; Cloreto de sódio; éter; Graxas Minerais e etc.
 
Para que irá fazer limpeza de peças, ferramentas, seja a remoção de graxas/óleo utilizando gasolina, thinner e água raz, esta luva é uma boa opção de custo/benefício.
 
 
 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Estabilidade da CIPA

Olá Amigos, seja bem vindo a mais um tema.
 
Pois é, esse negócio de estabilidade de CIPA é um assunto por muitas vezes contraditório.
 
Há duas linhas que trataremos aqui, as quais são:
 
1° linha - Continuidade progressiva da estabilidade após um ano depois da segunda eleição, ou seja, o individuo se elegeu por dois anos consecutivos, no terceiro ano ele  "descansa"  dá a oportunidade para outra pessoa e no próximo ano se candidata novamente.
 
2° linha - Término do direito de se eleger pela terceira vez, ou seja, segue o pé da letra a permissão de "apenas"  uma reeleição.
 
O correto é que todos tivessem o senso ético de utilizar seu mandato da melhor forma possível, realizando trabalhos para desenvolvimento da cultura prevencionista.
 
Ceder o espaço à outras pessoas para disputar o cargo de membro da CIPA, também é saudável e mantém uma renovação do quadro de cipeiros.
 
Outro dia um colega me disse que tem a seguinte conduta:  dias antes de inciar o processo de eleição (60 dias antes do vencimento da atual gestão) ele faz uma reunião com as lideranças e faz o pré anuncio da eleição, assim, indiretamente ele possibilita à estas pessoas que façam as devidas demissões e não ficam criando caso quando este ou aquele se inscreve na CIPA.
 
Polêmicas a parte, infelizmente para os cipeiros "profissionais" esse negócio de se eleger duas vezes, esperar um ano e se candidatar novamente tem validade jurídica.
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É isso aí pessoal, até o próximo tema.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

qual é a vida útil de um óculos de proteção?

Olá Amigos, sejam bem vindo a mais esta postagem, espero que ela seja útil a sua pesquisa.
 
Na verdade nenhum óculos terá vida útil previsto em seu C.A. e muito menos em sua embalagem, isto porque cada empresa e ambiente produtivo possui suas características riscos profissionais, ou não para o uso adequado.
 
Sabe-se que quanto mais se promove o uso adequado, mais se diminui os acidentes e por consequência se aumenta a vida útil do produto.
 
Nestes 16 anos de experiência e de visitas em diversas empresas pelo Brasil afora, notei que existem algumas relações de substituição, veja quais são:
 
Na implantação, troca-se até 04 peças no primeiro trimestre, por conta de adaptação, descuidos e danos provocados principalmente pelo armazenamento errado.
 
Nas empresas que já possuem uma política de proteção visual, a média de troca é mensal principalmente quando há a presença de partículas suspensas e abrasivas.
 
Porém é de bom tom profissional fazer a cada trimestre uma checagem em todas as fichas de EPI´s  da empresa, verificando aqueles que receberam seu óculos a mais de 90 dias e fazer a substituição, mesmo com o uso e higienização adequados, há a delaminação da lente.
 
Lembre-se: de nunca utilizar produtos químicos na limpeza de seu óculos, que além de comprometer o policarbonato, poderá causar danos nas lentes e alergias por contato.
 
Até o próximo texto...!

Porque óculos de proteção parece ter grau?

Já recebeu a reclamação de que o óculos não presta, que tem grau?


Pois é, essa reclamação embora seja muito pouca em relação ao número de óculos vendidos no Brasil, elas existem.
 
Na verdade esta reclamação se dá por conta da sensibilidade que o usuário tem em relação ao modelo de óculos, quanto mais curva a lente, mais reclamação pode gerar por pessoas sensíveis.
 
Veja dois exemplos clássicos, pegue o óculos mais vendido do Brasil C.A. 10.346 e o compare com o segundo modelo mais comercializado C.A. 11.268, o primeiro modelo tem uma curva 6 (semi reta) e o segundo modelo tem uma curva 10, ou seja, o segundo embora seja infinitamente mais bonito e vede mais, sua curva é intensa e quem tem qualquer graduação entre 0,25 a 1,25 sentirá inclusive dores de cabeça quando usá-lo.
 
Para estas situações há algumas sugestões que lhes faço, veja quais são:
 
  1. Peça que a pessoa que apresentou a reclamação leve o óculos em uma óptica de sua confiança para que o técnico ótico verifique se há grau.
  2. Faça a substituição dos modelos, tenha sempre vários modelos (curvos, semi curvos e retos) pois cada tipo de rosto requer uma proteção diferente.
  3. Encaminhe a pessoa com a sensibilidade a um oftalmologista que poderá avaliar com mais precisão o tipo de deficiência.
  4. Lembre-se que quando se implanta óculos de proteção na empresa, as reclamações iniciais serão grandes, você ouvirá de tudo, inclusive que o óculos possui grau. Ouça, mas não acredite em tudo que ouve, apure, registre e dê tratativas para todas as reclamações.

 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Itapeva

Olá galera, boa noite, estou postando hoje da Cidade de Itapeva, SP.

Hoje visitei uma serraria, mineradora, fazenda de resina e uma empresa de ferro liga.

Conheci ótimos profissionais de segurança, em especial o TST Celso da mineradora SILICATE, que com inteligência, perspecácia e dedicação, mudou um setor de alto risco, beneficiando todos os funcionários da área, onde no passado ocorreu um acidente fatal.

Esse colega será em breve nossa capa do jornal Técnico em Ação, nesta oportunidade mostraremos seu trabalho, suas ações e seu amor pela profissão.

As fases de produção desta mineradora é algo impressionante, os programas de segurança (PPRA, PCMSO, LTCAT e PGR), são ferramentas importantes e utilizadas nesta mineradora.

Vou falar também sobre o importante trabalho do TST Fabiano (Diafer) que tem buscado grandes parcerias com os fornecedores, para que os clientes de sua empresa tenham a sua disposição não só descontos comerciais, mas que sejam atendidos tecnicamente. Buscar soluções, melhorar o relacionamento e de uma forma simples, unindo no mesmo espaço fábricante e consumidor final.

Em breve trarei para vocês os segredos da exploração de resinas (pinos), falarei dos riscos, das medidas preventivas e como apoiar as pessoas que além de fazer a coleta, riscam as árvores e proporcionam através da aplicação de um ácido, o escorrimento da "resina".

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Dicas de como melhorar seu relacionamento com outros setores

Olá meus amigos, seja bem vindo a mais este texto, que sem pretenções pequenas se tornará em breve um portal de sucesso, mas para isso estou praticando o famoso relacionamento interpessoal, veja aqui dicas fáceis.

Seja tolerante com todos, nem sempre as pessoas conseguem enxergar a graça de viver bem mostre o caminho à ela.

Ouça mais, filtre as informações importantes e não se deixe contaminar por lamúrios alheios. Mostre sempre a parte boa da vida, semeie a amor quando presenciar discórdia.

Antes de precisar das pessoas, seja solícito, ajude antes, mesmo que não pareça importante, sua boa ação sempre lhe trará bons resultados.

Ao programar uma ação, faça perguntas sobre a importância delas, quais pontos devem ser seguidos e qual o resultado esperado, depois compartilhe essas idéias de importância, venda essa idéia para que a pessoa se sinta parte dela, desta forma os resultados serão infinitamente melhores.

Quando você é convencido de que é importante para que uma ação dê certo, você se dedica, acreita e faz acontecer, proporcione isto aos outros setores e pessoas, faça com que eles compram e vendam esta idéia por estarem todos comprometidos com ela.

Se relacione bem com todos os setores, digo isso em relação a pirâmide hierárquica, todos são importantes na sua vida profissional, aumente sempre seu fator gente boa.

Sabe aquele chefe sem educação, grosso e doido? Faça uma leitura do que ele preza e do que ele despreza . Decida ser você um agente modificador, quebre o paradigma de intolerância e tenha este cara a seu favor, mas antes de colher os louros deste trabalho, vá a luta, limpe a terra, are, adube, plante e cuide dela para que ela possa crescer e dar bons frutos. Amanhã ele poderá ser seu chefe...!

Dicas para uso de luvas de látex, nitrilica e neoprene

Olá amigos, agradeço a Deus por mais esta oportunidade de escrever para você e saber que juntos estamos fazendo a diferença na vida de alguém. E já que é diferença, que ela seja boa não é mesmo.

Segue mais uma dica importante quanto ao uso adequado de EPI´s, neste caso luvas para atividades que envolva manuseio de produtos líquidos/químicos, as famosas luvas de látex, neoprene e nitrilica.

Dica principal, forneça apenas luvas de procedência e com C.A dentro da validade. Na hora de calçar as luvas, dobre o cano da luva, 2 cm é o suficiente para aparar qualquer líquido que escorrer pela luva, evitando o contato com a pele do usuário, isso evita acidentes e alergias.

Dica 1: Luva de látex é excelente para limpeza residencial, comercial, escritórios e áreas comuns onde não haja presença de resíduos industriais que agrida o látex.

Dica 2: Luva de neoprene também pode ser utilizadas nas atividades da dica 1, inclusive em áreas industriais com contaminação de resíduos químicos, pois esta é uma luva de látex natural com banho em látex neoprene resistente a diversos produtos.

Dica 3: Luva nitrilica, aquela de cor verde, ideal para limpeza geral, inclusive na manipulação de produtos derivados do petróleo. Embora esta seja de látex nitrílico, seu poder de elasticidade é menor que as outras duas, mas a proteção é muito mais abrangente em relação resistência química.

Dica 4: Antes de usar qualquer tipo de luva banhada de látex natural ou não, entre em um site e consulte a tabela de resistência química, você pode ver isso no seguinte site: www.kalipso.com.br

NOTA IMPORTANTE: Meus amigos, tenho visitado alguns hospitais nos últimos dias e a situação dos profissionais de limpeza em relação ao uso adequado desta luva de látex é uma afronta a segurança da saúde ocupacional e desesperador o descaso do SESMT destas empresas. Quando você estiver em um hospital, preste atenção como as pessoas utilizam suas luvas, depois de pegarem no cabo dos rodos/vassouras com a luva contaminada, retiram as luvas e transportam estes utensílios de um lado para outro contaminando a mão desprotegida. Estes ambientes, além dos riscos convencionais (biológicos) me provocam alguns questionamentos, do tipo, se este colaborador esta se contaminando, corremos o risco de que esta contaminação seja levada para outros ambientes e também para os lares. O que você acha desta nota, por favor me envie e-mail´s comentando, preciso de sua ajuda e observação, será que só eu vejo isso? será que devemos permanecer quietos sem comentar nada??? Acredito que devemos questionar, pois a primeira vítima deste descaso é o próprio trabalhador e sua família, depois toda a equipe de profissionais que acabam expostos as vezes sem conhecimento a este tipo de risco e os próprios pacientes. Estou no aguardo de seus comentários. 
Veja a foto abaixo, alguns utilizam luvas, outros manuseiam a vassoura contaminada sem proteção alguma. Um retrato da realidade.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O que a CIPA tem haver com EPI?

Tudo..!

Primeiro, pode ajudar e muito na realização de testes para novos produtos.

Segundo, consegue acompanhar durante toda a jornada de trabalho a aplicação e uso adequado do EPI.

Terceiro, para empresas que não se enquadram no quadro I, cabe ao designado da cipa receber treinamento que o oriente para as questões relativas aos EPC e EPI´s.

Da mesma forna que o cipeiro precisa participar da discução do PPRA (NR7, item 7.4.6.2) é importante para ele compreender também a eficácia do EPI em seu ambiente de trabalho, para que ele possa executar com maior qualidade sua principal obrigação: atuar na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais (NR 5.1).

Um bom EPI reflete em uma boa produtividade

Olá meus amigos da segurança do trabalho, seja bem vindo a mais este texto. Pretendo aqui dar algumas dicas sobre a arte de ser um profissional da área de segurança do trabalho.

Não economize na escolha do EPI, ele pode gerar acidentes graves, desacelerar a produção e ocasionar doenças ocupacionais.

Para atividades que requer bom tato, sensibilidade e destreza, utilize luvas finas, mas que seja resistentes a cortes e rasgamento, prefira as luvas de P.U. (poliuretano), que além de proteger, oferece ao trabalhador conforto e maior produtividade e durabilidade se comparada com as tricotadas de algodão.

Não esqueça de avaliar a aplicabilidade da luva. Quebrar paradigmas será outra missão. Não converse, estude o assunto e convença que seu trabalho tem fundamento. Fale com os membros da CIPA, superviores e gerentes de produção, lembre-se que o ser humano vive melhor quando vive bem com sua comunidade.

Tenha um bom dia e aguarde novos temas. Se preferir, sugira, nosso Blog é feito para você.